Securetrace no Portal Viva: é possível identificar medicamentos falsos a olho nu?
O Portal Viva, do Estadão, consultou o CEO da Securetrace para responder uma das perguntas mais urgentes do momento: como reconhecer um medicamento falsificado — e por que a aparência já não é suficiente.
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A cobertura: A reportagem aborda o avanço das falsificações no setor farmacêutico e a crescente dificuldade de identificar produtos adulterados pela aparência. Mário Nicoli Netto, CEO da Securetrace, foi ouvido como especialista para comentar como a validação precisa ir além do visual — e o que a tecnologia pode fazer para proteger o paciente ao longo de toda a cadeia.

O problema que os olhos não conseguem resolver
Durante anos, o conselho padrão para identificar medicamentos falsificados era visual: verifique o selo, observe o rótulo, desconfie de embalagens amassadas ou com impressão ruim. Esse conselho está desatualizado.
A sofisticação das falsificações evoluiu de forma acelerada. Hoje, medicamentos adulterados chegam ao mercado com embalagens indistinguíveis das originais, selos que imitam os legítimos com perfeição e rótulos que passam por qualquer inspeção visual. O olho humano, por melhor treinado que seja, não é mais um instrumento confiável de verificação.
O risco real: um medicamento oncológico adulterado ou uma imunoterapia falsificada com a aparência correta pode chegar a um paciente em tratamento sem que nenhum profissional da cadeia perceba — até que o tratamento falhe.
75 mil+ vidas protegidas pela tecnologia nos últimos anos.
99,9% de eficácia anticópia documentada.
ISO 12931 High Criticality — o nível mais alto da norma internacional.
Com falsificações cada vez mais sofisticadas, a validação precisa ir além da aparência. É nesse cenário que autenticação se torna fundamental para proteger o paciente.
Mário Nicoli Netto, CEO da Securetrace — Portal Viva / Estadão
Mário Nicoli Netto - CEO da Securetrace
Artigo de opinião
Quando falamos de medicamentos, falamos de vidas
O ID Secure não é apenas uma tecnologia. É um compromisso — com o paciente que não tem como saber o que está tomando, com o farmacêutico que precisa de uma resposta objetiva antes de dispensar um medicamento, com o laboratório que investe anos desenvolvendo um produto para ver sua reputação destruída por uma falsificação que ninguém detectou a tempo.
Nos últimos anos, trabalhamos com laboratórios que enfrentavam crises graves: medicamentos oncológicos adulterados, imunoterapias falsificadas circulando no mercado, fabricantes sendo prejudicados financeiramente e pacientes comprometidos por produtos que pareciam legítimos. O que nos chamou para resolver esses casos foi exatamente o que a aparência não consegue resolver.
Como o ID Secure identifica um medicamento falsificado
Cada embalagem protegida pelo ID Secure recebe uma identidade física singular — criada pelas microvariações naturais de tinta, pressão e vibração do processo de impressão. Essas variações são irrepetíveis por natureza: nem nós conseguimos produzir dois selos idênticos. É essa singularidade física que serve como chave de autenticação.
A verificação é direta: o usuário — paciente, farmacêutico ou distribuidor — fotografa o selo com o celular. A IA compara o padrão capturado com o registro original. Em menos de um segundo, a resposta é clara e inequívoca.
Parece simples na ponta. E deve ser assim — porque a simplicidade no momento da verificação é o que garante que ela realmente aconteça, por qualquer pessoa, em qualquer ponto da cadeia.
Quem protegemos — e onde
Indústrias farmacêuticas — controle de cada unidade produzida, com capacidade de identificar qualquer tentativa de cópia, adulteração ou desvio antes que o produto avance na cadeia.
Distribuidores — garantia de que a remessa recebida é legítima, com proteção jurídica contra responsabilizações futuras por produto adulterado recebido de boa-fé.
Hospitais, clínicas e farmácias — verificação de cada medicamento antes da dispensação ou aplicação ao paciente. É aqui que vidas são protegidas de forma mais direta.
Pacientes — a segurança mais fundamental: saber que o medicamento que estão usando é autêntico, veio de onde deveria vir e contém o que deveria conter.
Governo e autoridades sanitárias — capacidade de identificar padrões de comportamento atípico no mercado e agir preventivamente, em vez de responder apenas quando o dano já ocorreu.
Resultados documentados com laboratórios em crise:
Falsificações contidas antes do consumidor
Perdas financeiras recuperadas
Confiança do mercado reconstruída
Provas técnicas para ação judicial
Proteger medicamentos não é proteger produtos. É proteger histórias, famílias e vidas. É por isso que existimos — e é por isso que o nível de exigência técnica do que construímos não pode ser menor do que o mais alto padrão internacional disponível.
Leia a matéria completa no Portal Viva ou saiba como o ID Secure pode proteger a cadeia farmacêutica da sua empresa.
Matéria publicada originalmente no Portal Viva (Estadão). Artigo de opinião de autoria de Mário Nicoli Netto, CEO da Securetrace. Conteúdo de responsabilidade dos respectivos autores.




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