Medicamentos Falsificados: Por que a Identificação Visual já não é suficiente?
- Securetrace

- 20 de jan.
- 1 min de leitura
O avanço das fraudes e o papel da tecnologia na proteção à saúde.
Recentemente, o portal Viva publicou uma matéria essencial sobre os riscos dos medicamentos falsos, contando com a participação do nosso CEO, Mario Nicoli Neto. O debate central gira em torno de uma pergunta cada vez mais complexa: é realmente possível para o consumidor identificar um remédio falso?

O Desafio da Comparação
Como destacado por Mario Nicoli Neto na matéria, o avanço das tecnologias de impressão e o uso de Inteligência Artificial pelas redes de falsificação tornaram as embalagens fraudulentas quase idênticas às originais.
"Pense em uma embalagem de medicamento falsificado e uma embalagem do medicamento verdadeiro. Você pode até notar uma diferença entre aquelas embalagens, certo? Mas qual é a verdadeira, considerando que você não tem nenhum elemento de comparação e a fraude é cada vez mais fidedigna?" — Mario Nicoli Neto, CEO da SecureTrace.
Essa realidade torna as técnicas tradicionais de autenticação ultrapassadas. Quando a fraude atinge um nível de perfeição visual, a segurança precisa migrar da comparação visual para a inteligência digital e rastreabilidade.
Rastreabilidade com Privacidade
Na Securetrace, combatemos a falsificação com ética e tecnologia. Nossos sistemas de autenticação são desenvolvidos sob os pilares da LGPD, garantindo a segurança da cadeia de suprimentos e a integridade do consumidor sem coletar dados sensíveis desnecessários. É a tecnologia salvando vidas com total respeito à privacidade.
Conclusão e Créditos
O combate ao mercado ilegal de medicamentos é uma responsabilidade compartilhada entre indústria, tecnologia e veículos de informação. Agradecemos ao portal Viva por abrir este espaço para conscientização.




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